quarta-feira, junho 29, 2011

Transformers 3 - O Lado Oculto da Lua





Título original: (Transformers: Dark of the Moon)
Lançamento: 2011 (EUA)
Direção: Michael Bay
Atores: Shia LaBeouf, Rosie Huntington-Whiteley, Josh Duhamel, Patrick Dempsey.
Duração: 157 min
Gênero: Aventura
Status: Inéditos




Sinopse

 Os Autobots, liderados por Optimus Prime (Peter Cullen), participam de missões secretas ao lado dos humanos, onde tentam exterminar os Decepticons existentes no planeta. Um dia Optimus descobre que os humanos lhe esconderam algo ocorrido no lado oculto da Lua. Trata-se da queda de uma espaçonave vinda de Cyberton, comandada por Sentinel Prime (Leonard Nimoy), que desencadeou a corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética na década de 60. Os Autobots resolvem ir à Lua para resgatar o antigo líder, além das cápsulas que ainda estão no local. Paralelamente, Sam Witwicky (Shia LaBeouf) vive com sua nova namorada, Carly (Rosie Huntington-Whiteley), e está à procura de emprego. Ele sente-se diminuído, já que salvou o planeta duas vezes e ganhou uma medalha do presidente Barack Obama, mas nada disto parece ajudá-lo a se estabelecer no mercado de trabalho. Para piorar, Carly ganha bem e é assediada pelo chefe, o bilionário Dylan Gould (Patrick Dempsey). Pouco depois de enfim conseguir emprego, Sam recebe uma mensagem de Jerry (Ken Jeong), que trabalha no mesmo lugar. Jerry trabalhou na NASA durante a corrida espacial e agora é chantageado pelos Decepticons, que o matam. O fato faz com que Sam procure mais uma vez os Autobots, mas apesar de seus feitos do passado ele encontra resistência da nova comandante, Marissa Faireborn (Frances McDormand).


Curiosidades

·           Transformers: O Lado Oculto da Lua completa a primeira trilogia do cineasta Michael Bay;



·            Assim que Megan Fox foi demitida, as atrizes Amanda Seyfried, Anna Kendrick, Gemma Arterton, Amanda Seyfried, Ashley Greene, Hayden Panettiere, Vanessa Hudgens, Scarlett Johansson, Mila Kunis, Blake Lively, Carey Mulligan, Emily Blunt, Lucy Hale, Katie Cassidy, Heidi Montag Brooklyn Decker, Miranda Kerr, Bar Refaeli, Amber Heard, Camilla Belle, Emmanuelle Chriqui, Julianne Hough e Jessica Lowndes estiveram cotadas para fazer o par romântico de Sam. No entanto, a desconhecida Rosie Huntington-Whiteley foi a escolhida;


           Mudanças aconteceram nos Autobots: Bumblebee passou a ser um Chevrolet Camaro 2011, Ratchet teve sua cor modificada para verde mais claro e Sideswipe virou um Chevrolet Corvette Centennial conversível;


·               O visual de Optimus Prime visto no trailer lembra do seriado "Transformers" (1984) com uma faixa decorativa em sua lateral.

Elenco 

Shia LaBeouf                                             
(Sam Witwicky)
Rosie Huntington-Whiteley                      
(Carly)
Josh Duhamel
(Tenente-coronel William Lennox)
 Patrick Dempsey (Dylan Gould)
 Tyrese Gibson (Robert Epps)
 John Malkovich (Chefe de Sam)
 Ken Jeong (Jerry)
 John Turturro (Simmons)
 Alan Tudyk (Dutch )

terça-feira, junho 28, 2011

Smallville chega ao fim depois de 10 temporadas





Um balanço da série que manteve o universo do Superman nas telas por uma década



Fábio Yabu

No final dos anos 90, o roteirista de O Gigante de Ferro, Tim McCanlies, levou para a Warner Bros. a ideia de uma série de TV que mostraria a adolescência de um jovem destinado a se tornar um dos maiores heróis de todos os tempos: Bruce Wayne. Apesar da premissa interessante, o estrago feito na franquia Batman pelos filmes de Joel Schumacher havia sido tão grande que o projeto acabou engavetado.




Mas a ideia de mostrar a vida de um super-herói antes das capas e colantes era boa demais para ser desperdiçada, e acabou renovando o fôlego de outro personagem desgastado na mídia: o Superman.

Assim, sob a tutela de Alfred Gough e Miles Millar, Smallville foi criada como uma mistura de histórias em quadrinhos com Dawson’s Creek e Buffy, a Caça-Vampiros. O piloto estreou em outubro de 2001, apresentando para 8 milhões de expectadores um Clark Kent de 15 anos, tão inseguro quanto invulnerável, em busca de seu lugar no mundo - e sem colantes.




Durante os primeiros - e melhores - episódios da série, o jovem estaria às voltas com seus hormônios, poderes e a paixão platônica por Lana Lang. A história seria como uma grande versão extendida do filme de Richard Donner e, contrariando as expectativas, durou 10 anos e rendeu 217 episódios.




Um tanto controversos, é verdade. Nenhuma série que dura tanto tempo é capaz de manter a qualidade em todos os seus episódios, e em alguns deles era possível sentir pena dos roteiristas, limitados pelo orçamento e pela obrigatoriedade de criar um supervilão por semana. De repente, tudo era desculpa para se ganhar poderes: de exposição à kryptonita até mascar chicletes radioativos com a marca do patrocinador do programa. Como se não bastasse, Clark ainda enfrentou bruxas, vampiros e uma penca de kryptonianos. [Mas ele não era o último?]




O importante é que, em meio a situações que beiravam o estapafúrdio, Smallville mostrou o amadurecimento de Clark, a descoberta de sua herança alienígena e o início de sua vida adulta em Metrópolis. Durante essa jornada, seu arqui-inimigo, Lex Luthor, foi derrotado. Seu pai adotivo, Jonathan Kent, morreu de causas naturais. Amigos chegaram e partiram, e seu coração, que sempre fora de Lana Lang, acabou entregue à Lois Lane, que nessa versão da lenda já sabia do segredo do amado muito antes de ele vestir sua capa vermelha.




Não faltaram homenagens às encarnações anteriores do herói. A começar por Christopher Reeve, numa participação emocionante no episódio “Rosetta”, repetida em mais duas ocasiões. Maggot Kidder (a Lois Lane dos filmes de Richard Donner), Dean Cain e Teri Hatcher (de Lois & Clark) e até Helen Slater (a Supergirl do filme de 1984) também deram o ar da graça. Terence Stamp, o antigo General Zod, dublou de maneira muito competente o novo Jor-El.



Entre os heróis e vilões convidados, podemos destacar a Liga e Sociedade da Justiça, a Legião dos Super-Heróis, Gladiador Dourado e Besouro Azul, a Legião do Mal e até mesmo o vilão Apocalypse, que matou o herói nos quadrinhos.




No auge de sua popularidade, Smallville gerou ainda duas tentativas de séries de super-heróis. Em 2002, Birds of Prey mostrava a filha do Batman junto a Oráculo e Canário Negro combatendo o crime numa Gotham City baseada no mesmo universo de Smallville. Apesar da boa audiência inicial, a série desandou e não passou de 13 episódios. Em 2005 veio Aquaman, que pode ter naufragado ainda no piloto, mas garantiu ao seu protagonista, Justin Hartley, o papel de Arqueiro Verde em Smallville.

Ao anunciar que a décima temporada seria a última, culminando na transformação de Clark em Superman, os produtores e roteiristas puderam finalmente posicionar as peças em seu esburacado tabuleiro. Pontas soltas foram amarradas e o grande vilão Lex Luthor voltou à vida numa trama típica dos quadrinhos, aliado à ameaça cósmica de Darkseid e seu planeta Apokolips.



Apesar do episódio final emocionante - que teve cena de voo, trilha sonora de John Williams e diversas cenas em homenagem ao filme de 1978 - o clímax foi frustrado pelo orçamento apertado da série. Depois de esperar 10 anos para ver Tom Welling com o icônico uniforme azul, os fãs tiveram que se contentar com tomadas distantes, um modelo em computação gráfica e closes no rosto do ator, que nunca chegou a colocar a cueca por cima da calça.




Assim como a vida do Superman nos quadrinhos, Smallville teve altos e baixos, e acabou perdendo dois terços de seus 8 milhões de expectadores ao longo do caminho. Mas, ao final, cumpriu bem seu papel em manter viva a mitologia do último - ou ao menos, mais famoso - kryptoniano, e nos manter acreditando que um homem pode voar.

Fonte: Omelete

sexta-feira, junho 24, 2011

Segunda temporada de "V" estreia em julho na Warner Channel


 



A nova temporada estreia Terça 6 de julho as 21hs



A temporada anterior terminou com o nascimento do bebê de Valerie (Lourdes Benedicto) e com Anna (Morena Baccarin) decidida a matar a mãe para poder controlar Ryan (Morris Chestnut). Chad (Scott Wolf) finalmente descobriu que estava sendo manipulado por Anna, Erica (Elizabeth Mitchell) destruiu os ovos de soldados com a ajuda de Lisa (Laura Vandervoort) e, por causa da rainha, experimentou algo que jamais havia sentido: sua primeira emoção humana - neste caso a raiva que a motivou a lançar o céu vermelho sobre a Terra.








Nesta temporada descobriremos o significado do céu vermelho e que conseguências ele trará para a raça humana, principalmente para Tyler (Logan Huffman) que continua sem suspeitar das intenções de Anna. Além disso, veremos pela primeira vez o híbrido e saberemos como os visitantes conseguem obter a pele humana; e também nos encontraremos com novos e antigos aliados e inimigos.



 A atriz brasileira Morena Baccarin (Anna)


Nesta segunda temporada de "V", Erica encontrará seu lugar dentro da Resistência, Lisa saberá de que lado está e não terá medo de lutar por seus ideais. Tyler continuará ajudando Anna, Chad buscará a redenção depois de perceber que Anna o havia enganado e pedirá ajuda ao padre Jack (Joel Gretsch); e Ryan tentará recuperar a filha. Além disso, veremos a volta de um dos personagens mais importantes da série original: Diana (Jane Badler).


 
Elenco:
Elizabeth Mitchell (Erica Evans)
Morris Chestnut (Ryan Nichols)
Joel Gretsch (Padre Jack)
Logan Huffman (Tyler Evans)
Laura Vandervoort (Lisa)
Charles Mesure (Kyle Hobbes)
Morena Baccarin (Anna)
Scott Wolf (Chad Decker)




Produtores Executivos:
Scott Rosenbaum
Steve Pearlman
Jace Hall





Criador:
Scott Peters




quinta-feira, junho 23, 2011

A melhor escola do mundo - Finlândia


Bons professores e alto nível de exigência são indicadores de sucesso em educação na Finlândia



Marina Morena Costa, iG São Paulo | 


A Finlândia tem o sistema educacional considerado o melhor do mundo. Foi três vezes campeã do Programa Internacional de Avaliação por Aluno (PISA), a mais abrangente avaliação internacional de educação, feita pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Segundo o professor Reijo Laukkanen, do Internacional Education Policy, da Universidade de Tempere, na Finlândia, o segredo do case de sucesso deve-se em grande parte à formação dos professores finlandeses e às altas expectativas que eles têm do desempenho de seus alunos.


Durante palestra realizada nesta quinta-feira, no Educador – Congresso Internacional de Educação, em São Paulo, Laukkanen explicou que os professores estão entre os profissionais mais populares da Finlândia. Os salários são bons, mas não o suficiente para atrair os jovens profissionais. A reputação da carreira é o principal fator na escolha. "Não é o salário que torna a carreira tão popular e atraente na Finlândia. Nossos salários estão em desvantagem em relação aos de outros países da Europa. A diferença é que todos os nossos professores têm mestrado em educação e a carreira acadêmica é extremamente respeitada." 


As tecnologias educacionais, forte tendência no Brasil, não influenciam o bom desempenho dos alunos finlandeses e não têm "nada a ver" com as melhores notas, de acordo com Laukkanen. "Temos tecnologia nas escolas, mas os professores não a usam. As crianças têm mais acesso à tecnologia em casa do que na escola. Algumas cidades têm lousas interativas, digitais, mas nossa educação não é baseada em tecnologia e sim em professores", conta o professor, que também é conselheiro na Finnish National Board of Education (FNBE).


Não há um segredo da educação finlandesa. Para Laukkanen, o sucesso vem de uma combinação de fatores, além do bom corpo docente. "A educação é nacional, com um currículo unificado e tem como objetivo o país obter um bom desempenho. Tanto faz onde você colocar o seu filho porque em qualquer lugar da Finlândia a educação é a mesma. Nossos profissionais de educação têm autonomia, liberdade, são reconhecidos e respeitados." 

Além disso, o professor aponta a alta expectativa de desempenho dos alunos e o suporte às crianças que não conseguem acompanhar o ritmo. "Quando sobe a exigência, quando o objetivo é mais alto, o nível de qualidade sobe bastante", analisa. "Na Finlândia, as mentes mais brilhantes se tornam professores. São a chave principal do nosso sucesso. Temos também uma boa estrutura política educacional. Se não tivéssemos essa base de apoio, não adiantaria ter bons profissionais."

Carga horária

A carga horária na Finlândia se aproxima do período integral no Brasil. É mais tranquila nos primeiros anos e aumenta gradativamente. "Nos primeiros anos as crianças passam 19 horas por semana na escola. No quarto ano aumenta para 23 a 24 horas por semana, até chegar a 30 horas, na 7ª e 9ª série. Procuramos poupar os pequenos", brinca Laukkanen.