domingo, março 25, 2012

The Walking Dead bate novo recorde


 
Último episódio da 2ª temporada de 'The Walking Dead' quebra recordes

 
O último episódio da segunda temporada da série 'The Walking Dead' quebrou um novo recorde de audiência nos EUA.

O 13º episódio, 'Besides de Dying Fire', foi visto por 9 milhões de espectadores, marcando a maior audiência da história da TV paga norte-americana.

É o terceiro recorde da série: o episódio final da primeira temporada marcou 6 milhões, enquanto a estreia da segunda temporada teve 7,3 milhões de espectadores.

 
A terceira temporada se passará dentro de uma prisão, e contará com personagens conhecidos das HQ's, como Michonne (Dana Gurira) e o Governador (David Morrissey).
O canal renovou 'The Walking Dead' para a terceira temporada.

 
Não foi informado quantos episódios a próxima temporada terá. A segunda temporada contou com 13 episódios, ao invés dos 6 da primeira.

A série é baseada na HQ de mesmo nome, criada em 2003 por Robert Kirkman, Tony Moore e Charlie Adlard.
 
'The Walking Dead' é centrada em Rick Grimes, um oficial de polícia da pequena cidade de Cynthiana, no estado do Kentucky, sua família e uma série de outros sobreviventes que se uniram para manterem-se vivos depois que o mundo foi infestado por zumbis.
 Fonte: CinePOP

sábado, março 24, 2012

'Jogos Vorazes' estreia no Brasil e nos Estados Unidos


 
Primeiro longa-metragem da mais nova franquia em busca de recordes de bilheteria, Jogos vorazes (The Hunger Games) é o principal lançamento deste fim de semana nos Estados Unidos e no Brasil. No mercado americano, a aventura de ficção científica adaptada do best seller de Suzane Collins estreia em 4,1 mil cinemas, com distribuição da independente LionsGate.
No Brasil, o filme chega a 623 salas - o maior lançamento do ano até agora -, com distribuição da Paris Filmes.

Ele apresenta Katniss Everdeen, de dezesseis anos, que vive em um mundo sombrio pós-apocalíptico no país de Panem onde costumava ser os Estados Unidos e onde poderosos governantes detêm o poder em uma cidade central chamada de Capital. Este primeiro volume de uma trilogia narra uma luta mortal encenada por crianças e transmitida ao vivo para todos os habitantes de Panem. Com sua narrativa ágil e ousada, Jogos Vorazes foi traduzido para mais de 30 idiomas e vem atraindo leitores de diversas faixas etárias.

Dois documentários também são destaque no circuito brasileiro. Pina (Imovision), primeiro filme rodado em 3D pelo cineasta alemão Wim Wenders, sobre a companhia de dança de Pina Bausch, entra em cartaz em 39 salas (dessas, apenas cinco em 2D). E Raul Seixas – O início, o fim e o meio (Paramount), documentário sobre o ícone do rock brasileiro, estreia em 35 salas. Em circuito reduzido, entram em cartaz o romance As flores de Kirkuk (The Flowers of Kirkuk, California), em cinco salas de São Paulo e Brasília, e os dramas Adorável Pivellina (La Pivellina, Filmes do Estação), em duas salas, no Rio, e Verão em L.A. (August, Festival Filmes), em apenas uma sala, em São Paulo.

Nos Estados Unidos, apenas Jogos vorazes entra em grande circuito. Dentre os lançamentos limitados, destacam-se o filme de ação indonésio The Raid – Redemption (Serbuan maut, Sony), que estreia em 15 cinemas americanos, e o drama fantástico 4:44: Last Day on Earth (IFC), dirigido por Abel Ferrara e estrelado por Willem Dafoe, que chega a três cinemas. O drama chinês Starry Starry Night (Xing kong, China Lion) estreia em dois cinemas, enquanto a comédia romântica The Trouble with Bliss (7A Productions) chega apenas a um cinema do país. Também entram em circuito reduzido o drama The Deep Blue Sea (Music Box Films), com Rachel Weisz, o musical Musical Chairs (Paladin), de Susan Seidelman, e a comédia romântica Losing Control (House Lights Media). O thriller Brake (IFC), estrelado por Stephen Dorf, teve sua estreia antecipada para quarta-feira, 21 de março, em apenas um cinema.


Fonte: CinePOP

segunda-feira, março 19, 2012

Kiefer Sutherland retorna no seriado Touch





Chega de salvar o mundo em menos de um dia. Kiefer Sutherland deixa para trás a adrenalina vivida na pele de Jack Bauer no seriado '24 Horas' para mostrar que também sabe lidar com temas dramáticos. Sua nova empreitada na televisão é à frente de 'Touch', que estreia hoje, às 22h, no canal FOX. A atração vai ao ar na rede fechada sempre nas noites de segunda-feira.



Criada por Tim Kring (também responsável pelo argumento de 'Heroes), a série mistura ciência e espiritualidade ao tentar apresentar ao público como o mundo é repleto de elementos que poucos são capazes de perceber. As ações apresentadas no interessante roteiro colocam os personagens em jornada para tentar compreender se realmente nossas vidas estão escritas em um destino certo, conectado com todo o universo e as pessoas ao nosso redor.

Sutherland vive Martim Bohm, que tenta levar seus dias após perder a mulher nos atentados terroristas de 11 de dezembro em Nova York. Sua angústia se agrava à medida que percebe que nunca trocou uma palavra com o filho, Jake (David Mazouz). Apesar dos problemas trazidos pelos estranhos hábitos do garoto especial, o patriarca sabe que o menino é único e tenta se manter o mais próximo dele.

É no momento em que Bohm mais acredita no filho que tudo começa a caminhar. Aos poucos, percebe a existência de números que se repetem em diversas ocasiões e lugares. Eles sugerem que tudo faz parte de um grande plano. Como o fato de um homem que deseja desesperadamente rever o celular perdido estar ligado ao problema financeiro vivido por adolescente e sua família em Bagdá, passando pelo sonho de garota irlandesa de ser uma cantora famosa.


Mas todas as atenções devem ficar no pequeno Jake. Segundo ele, proporções e padrões precisos ditam o ritmo da humanidade e sempre indicaram o próximo passo do mundo - mas somente pessoas especiais como ele conseguem enxergar os fios que nos conectam.



Claro que tudo é meio complicado e não deveria ser diferente para programa com temas místicos. Mas como já é esperado, o desenrolar do drama promete trazer mais respostas sobre esse toque do destino que nos controla sem que tenhamos consciência.

 
Por Vinícius Castelli
Fonte: Diário do Grande ABC

sábado, março 10, 2012

"Charlie Sheen Roast" no canal Comedy Central



     Ano passado houve uma noite e tanto para Charlie Sheen - enquanto, na CBS, "Two and a Half Men", a série que o transformou no ator mais bem pago da TV, ia ao ar sem ele, no canal a cabo Comedy Central ele era o alvo de piadas curtas e grossas atiradas por, entre outros, Mike Tyson, William Shatner e Kate Walsh; e, na vida real, a Warner TV, produtora de "Two and a Half Men", chegava a um acordo com ele, concordando em pagar-lhe 25 milhões de dólares como compensação pelas perdas sofridas depois de ter sido demitido do show, no início do ano.




Na verdade, o "Charlie Sheen Roast" do Comedy Central-gravado ao vivo ano passado nos estúdios da Sony-- torrou menos a pele de sua “vítima” e mais a dos próprios companheiros de gozação, que pareciam mais preocupados em ofenderem-se uns aos outros do que agulhar o “rockstar de Marte”.

Levando a extremos uma antiga tradição do teatro nova-iorquino –onde companheiros de elenco e de copo escolhiam um alvo para uma noite de gozações a portas fechadas– a série de Roasts do Comedy Central tem-se tornado rituais públicos de flagelação de celebridades --de Dennis Leary a Donald Trump-- e campos (minados) de treinamento para comediantes e aspirantes a comediantes.

O Roast de Charlie Sheen não foi exceção. Num cenário que imitava uma espécie de Olimpo super plástico, com Slash fazendo as honras da abertura e Seth McFarlane (criador de Family Guy) como mestre de cerimônias, os comediantes Steve O (de Jackass), Jeff Ross (fantasiado de Gaddaffi), Jon lovitz, Amy Shumer, Patrice O’Neal e Anthony Jeselnik-mais Shatner, Tyson e Walsh-- passaram mais tempo fazendo alusões mútuas aos respectivos órgãos e hábitos sexuais do que tentando fazer graça às custas de Sheen. Estariam com medo do “sangue de tigre”?




No fim das contas, as pegadas mais pesadas vieram de quem menos se esperava --a elegantíssima Walsh que, incorporando uma “doutora” como as que encarna nas séries "Grey’s Anatomy" e "Private Practice", diagnosticou Sheen: “É impressionante como você, arriscando perder fígado, pulmões e rins, perdeu apenas a custódia de suas filhas”; Mike Tyson, visivelmente nervoso, que mandou “essa coisa de abusar drogas e dar porrada em mulher... Se você fosse preto estava atrás das grades”; e Shatner, que lembrou a Sheen que “teve um outro cara que gostava de putas e andava cercado de um bando de amigos. Ele também foi crucificado pelos judeus mas as pessoas adoram o cara até hoje!”


Depois de ouvir tudo isso e muito mais, Sheen deu o troco com bom humor –“minha família me apoia. Eles não estão aqui porque não suportam me ver num canalzinho a cabo”– e lembrou a todos que, na verdade, já tinha ganhado a batalha com seus ex-chefes: “Eu tive tudo no mundo e perdi tudo porque fiz o que todo mundo aqui quer fazer um dia: mandar seu chefe se foder. E ainda estou aqui pra contar a história!” Lembrando que o programa foi gravado ano passado nos E.U.A. na época que ia ao ar a nona temporada de Two and a Half Men, mas só agora virá ao ar no Brasil pelo canal por assinatura Comedy Central”.

Fonte: UOL