sábado, novembro 30, 2013

Fotos de "Transformers: A Era da Extinção"





A revista "Empire" publicou em sua edição de dezembro novas imagens do filme "Transformers: A Era da Extinção", que deverá ser lançado em junho de 2014.


O longa terá novamente a direção de Michael Bay e contará no elenco com Mark Wahlberg, Nicola Peltz, Jack Reynor e Stanley Tucci, entre outros.


O quarto filme da franquia dá continuidade aos acontecimentos do longa-metragem anterior. Porém, com um ar de novidade. Desta vez, o personagem do ator Shia LaBeouf (que participou dos outros três filmes) e sua família não estarão no elenco.

O enredo será ambientado após 4 anos dos acontecimentos em Chicago e mostrará que a guerra entre os Autobots e Decepticons ainda não acabou.

















Fonte: Flashland

terça-feira, novembro 26, 2013

Jovens trocam Facebook por WhatsApp





Site deixa de ser elo entre amigos, dizem adolescentes do Brasil ao G1.
Executivo da empresa admite que, nos EUA, jovem não é mais tão assíduo.



Executivos do Facebook começam a demonstrar preocupação porque os jovens dos Estados Unidos já não entram todo dia na rede social, fato exposto na divulgação do resultado financeiro no dia 30 de outubro. O Brasil parece seguir a mesma tendência.

"Eu não gosto mais do ‘Face’, perdi a vontade de usar. Eu comecei a achar as mesmas coisas dele, mas em outros lugares", diz a estudante Manuela Borchardt, de 15 anos, três de Facebook, que mora em São Paulo.
Redes como Instagram, Twitter e aplicativos de mensagens como WhatsApp estão entre os favoritos nas telas dos smartphones dos adolescentes.

Adolescentes de três estados brasileiros ouvidos pelo G1 contam que continuam curtindo o Facebook, mas como ferramenta de estudos, para acompanhamento de provas e trabalhos escolares, e raramente como diversão. "Eu usava mais para lazer, mas vem diminuindo mesmo. Agora com o Instagram, quem vai colocar foto no Facebook? Mas eu percebo que isso vem me ajudando na escola", diz Beatriz Bechelli, estudante de 17 anos, de São Paulo, citando a rede social de fotos comprada pelo próprio Facebook em 2012.

“Eu acho que é uma coisa mais utilitária, tanto como acender ou apagar a luz”, palpita João Pedro Santana Macedo, de 16 anos, que mora em São Paulo. “Esse é o lado bom: quando eu preciso fazer algum trabalho”, complementa Giovanna de Cássia Gregodutti, de 13 anos, que também é da capital paulista.



Enquanto os estudos ficam na rede de Mark Zuckerberg, o lado mais social dos jovens se concentra nos aplicativos, especialmente os apps de mensagens como o WhatsApp e o Snapchat. Até o Twitter, apesar da limitação de caracteres, é uma opção entre os jovens entrevistados.

O Facebook evitou comentar se a fuga de usuários jovens que ocorre nos EUA se repete no Brasil e, como disse o diretor David Ebersman durante a divulgação do balanço da empresa em outubro, a empresa trabalha para garantir o "engajamento para públicos de todas as idades".

Os jovens, porém, são os usuários que apontam tendências na rede. No Brasil, isso é ainda mais crítico, já que o país tem a segunda maior população de adolescentes no Facebook, com 12,2 milhões de usuários com idade de 13 a 17 anos, ou pouco mais de 14% dos 86 milhões de membros da rede social. O G1 conversou com 11 jovens brasileiros nesta faixa etária sobre uso de ferramentas sociais no dia a dia.




Privacidade

“Apesar de o Facebook ter virado quase uma extensão da sua vida, as pessoas perderam a noção do que é público e do que é privado”, analisa Beatriz. “Acho que a gente está usando [o Facebook] porque todo mundo tem e é uma maneira de juntar todas as plataformas, mas eu uso só para a escola e para meus interesses pessoais", afirma a jovem que deseja estudar fora do país e encontra na rede social pessoas que já passaram pela experiência.

Larissa Nogueira Reis, de 16 anos, também de São Paulo, diz que o que a incomoda é o lado artificial dos usuários aflorado no site. “As pessoas ficam postando fotos como se a vida fosse uma maravilha. Outro dia eu vi uma foto de um casal e parecia que estava tudo bem, mas logo depois eles se separaram.”



“Tem gente desconhecida que eu não adicionei e fica comentando e curtindo minhas coisas. Postei uma foto e um cara que eu não conheço comentou 'linda'”, diz Giovanna de Cássia.

O paulistano, Marcos Rossini Diniz, de 13 anos, também reclama da exibição em sua “timeline” de postagens de pessoas que não são seus contatos. “Não são meus amigos, mas pessoas de páginas que eu curto e eu acabo recebendo esses textos e vídeos.”

Para não enfrentar esses dissabores, os jovens preferem ter cada vez mais na ponta dos dedos aplicativos específicos para bater papo com os amigos. “Eu tenho muitos amigos que estão saindo do Facebook e estão preferindo outros apps como o WhatsApp, o Instagram e o Twitter”, diz Giovanna.

“Muita gente está deixando de usar o Facebook pra usar esses aplicativos, mas quem não tem smartphone vai usar o Facebook”, diz o gaúcho Caio Menezes, de 13 anos. Larissa Silva Faria, de 16 anos, também de São Paulo, diz preferir o WhatsApp, mesmo também tendo instalado no celular o aplicativo de mensagens do Facebook. “É mais prático, mais simples e trava menos.”



Fuga de jovens

Na avaliação dos criadores do aplicativo WeChat, concorrente do WhatsApp, os adolescentes, em geral, buscam ferramentas de comunicação rápida.

“Os jovens estão buscando alternativas ágeis e práticas para comunicação, que tenham mais funcionalidades e proporcionem uma boa experiência ao usuário, algo mais completo que uma rede social e que ofereça interação com seus contatos”, disse Katie Lee, executiva do WeChat, em entrevista por e-mail.

O paraense João Manoel Chagas, de 13 anos, lista ainda o Skype, que usa para falar com pessoas que conhece em jogos on-line. Segundo o jovem, com a possibilidade de ter conversas “cara a cara”, “no Skype você pode descobrir se a pessoa tem um caráter bom. No Facebook, a pessoa pode falar bem, mas ter um comportamento totalmente diferente das redes sociais”.

Para Staci Youn, gerente de comunicações do LINE, aplicativo de mensagens que também disputa espaço com WhatsApp e WeChat, a debandada dos jovens rumo aos apps de bate papo ocorre no mundo todo.

“Apenas olhando para o crescimento global de novos usuários no mundo todo e para outros apps de mensagens ganhando tração globalmente, podemos dizer que é um fenômeno global”, avalia.

Com 280 milhões de usuários no mundo todo, o LINE, de origem asiática, privilegia o envio de desenhos e animações para sinalizar emoções, algo que o próprio Facebook começou a adotar. “Enxergamos o mercado brasileiro como um impulsionador de tendências em muitos aspectos”, afirma.



Alessandra Paletta Giner, de 16 anos, diz usar o WhatsApp “todas as horas em que está acordada” e afirma que o Facebook está um “pouco chato”, mas há o lado positivo. “O negócio de você postar foto e vídeo do que você quiser é muito bom. É o único que une tudo”, diz.

Na visão da jovem, a necessidade de respostas rápidas pode ser o motivo pelo qual os adolescentes estão se afastando do Facebook. “A minha idade é uma idade que quer tipo, tudo na hora. Se mandar um e-mail, a chance de alguém te responder em um minuto é muito pequena. Então, se você mandar alguma coisa que pode esperar até amanhã, para alguém da minha idade, é melhor nem mandar”, conclui.





Fonte: G1

segunda-feira, novembro 25, 2013

A morte de Brian Griffin em Uma Família da Pesada




Criadores de Family Guy matam personagem importante da animação.




Uma triste – e bombástica – notícia para o fãs de Family Guy (no Brasil, conhecida como Uma Família da Pesada) abalou as estruturas da família Griffin neste domingo, 24, quando foi exibido o mais novo episódio do seriado, nos Estados Unidos.



Em “Life of Brian”, o público testemunhou a morte de Brian Griffin, o simpático, junkie, alcóolatra e falante cachorro da família.



Produtor da série de Seth MacFarlane, Steve Callaghan justificou a morte de um dos principais personagens da série ao site E! ao dizer que seria “divertido mexer um pouco com as coisas”. “Pareceu ser mais real que o cachorro fosse atropelado por um carro do que se alguns dos filhos morressem”, falou. “Por mais que a gente ame o Brian, assim como muitos amam os seus animais, seria mais traumático perder uma das crianças”.



A família Griffin, contudo, não ficará sem um cachorro. De acordo com o Metro britânico, Tony Sirico, ator que viveu Paulie “Walnuts” Gautieri em Os Sopranos, dará voz a Vinnie, outro cão falante.














Fonte: Rolling Stones / UOL

sexta-feira, novembro 22, 2013

Carrie - A Estranha estreia dia 6 de dezembro no Brasil





 Lançamento

    6 de dezembro de 2013 (1h40min) 

    Dirigido por

    Kimberly Peirce

    Com

    Chloë Grace Moretz, Judy Greer, Portia Doubleday 

    Gênero

    Terror

    Nacionalidade

    EUA



Sinopse e detalhes

Carrie retrata um grande desastre ocorrido na cidade americana de Chamberlain, Maine, destruída pela jovem Carietta White. Nos anos anteriores à tragédia, a adolescente foi oprimida pela sua mãe, Margaret, uma fanática religiosa. Além dos maus tratos em casa, Carrie também sofria com o abuso dos colegas de escola, que nunca compreenderam sua aparência, nem seu comportamento. Um dia, quando a jovem menstrua pela primeira, ela se desespera e acredita esta morrendo, por nunca ter conversado sobre o tema em casa. Mais uma vez, ela é ridicularizada pelas garotas do colégio. Aos poucos, ela descobre que possui estranhos poderes tele cinéticos, que se manifestam durante sua festa de formatura, quando os jovens mais populares da escola humilham Carrie diante de todos.



Curiosidades, bastidores, novidades, e até segredos escondidos de "Carrie - A Estranha" e das filmagens!



Obra original

Baseado no livro "Carrie, a Estranha", de Stephen King.
Não quero!

A personagem principal Carrie foi oferecida a Shailene Woodley, que o recusou.

Na disputa pelo papel

Dakota Fanning, Haley Bennett, Emily Browning, Lily Collins e Bella Heathcote fizeram testes para a personagem Carrie.



Sondagem

Jodie Foster chegou a ser considerada para interpretar a mãe de Carrie, papel que ficou com Julianne Moore.

Referência ao musical

No primeiro cartaz divulgado do filme é possível ver a frase "You will know her name" (traduzindo, "Você saberá o nome dela"). Trata-se de uma referência ao último verso da canção título do musical baseado no filme original e exibido na Broadway, onde era dito "Someday someone will know my name!" (traduzindo, "Um dia alguém saberá o meu nome").



Outras versões

O livro escrito por Stephen King já foi adaptado duas vezes, uma para o cinema - Carrie, A Estranha (1976) - e outra para a TV americana - Carrie, a Estranha (2002).
















Fonte: Adoro Cinema