sexta-feira, maio 29, 2015

Game of Thrones - "A série e os livros são diferentes"





Game of Thrones - "A série e os livros são diferentes", diz George R.R. Martin sobre a controversa cena de Sansa e Ramsay.

"São dois jeitos diferentes de contar a mesma história", afirma o autor das Crônicas de Gelo e Fogo.



A cena de Sansa Stark e Ramsay Bolton em "Unbowed, Unbent, Unbroken", o mais recente episódio de Game of Thrones , têm causado polêmica (Já assistiu? Comente ), a ponto de fazer George R.R. Martin, o autor das Crônicas de Gelo e Fogo, se pronunciar sobre o assunto.

Em um post no seu blog, Martin diz que recebeu uma enxurrada de e-mails e comentários em outros posts sobre o capítulo. "Era esperado", disse, também pedindo aos leitores para que evitassem falar sobre o episódio em seus blogs, e sugerindo fóruns de discussão da série. Em seguida, ele afirmou que a série e os livros têm diferenças e isso é inevitável.


"Deixe-me reiterar o que eu já disse antes: quantos filhos Scarlett O'Hara (protagonista de E O Vento Levou) teve? Três, no livro. Um, no filme. Nenhum, na vida real: ela era um personagem fictício, ela nunca existiu. A série é a série, os filmes são os filmes: dois jeitos diferentes de contar a mesma história", afirmou.


"Há diferenças entre os livros e a série de TV desde o primeiro episódio. E, desde aquela época, tenho falado do efeito borboleta. Pequenas mudanças levam a mudanças maiores, que levam a alterações imensas. A HBO já entregou mais de quarenta horas da impossível e exigente tarefa de adaptar minha (extremamente) longa e (excessivamente) complexa série de livros, com suas camadas de trama e subtrama, suas reviravoltas e contradições e narradores pouco confiáveis, mudanças de pontos de vista e ambiguidade, com um elenco de centenas de personagens", disse.



Em seguida, Martin disse que esse "efeito borboleta" é o responsável pela polêmica causada no episódio. "Raramente uma série se mantém fiel ao material original (se você duvida, fale com os fãs de Harry Dresden, os leitores de Sookie Stackhouse, ou fãs dos quadrinhos de Walkiing Dead). Quanto mais a série dura, maiores ficam as borboletas. E agora, chegamos ao ponto de o bater das asas delas gerar tempestades, como a que está tomando conta dos meus e-mails", disse, para então defender os produtores e a emissora: "Prosa e televisão têm diferentes forças, fraquezas e exigências. David (Benioff), Dan (Weiss) e a HBO estão tentando fazer a melhor série de TV que eles podem. E, aqui, estou tentando escrever os melhores livros que posso. E sim, mais e mais, eles se diferem. Duas estradas divergindo na escuridão da floresta, eu suponho. Mas todos nós ainda queremos, no fim, chegar ao mesmo lugar. Enquanto isso, espero que leitores e telespectadores aproveitam a jornada. Ou as jornadas, se for o caso. Algumas vezes, borboletas se transformam em dragões."















Fonte: Omelete

segunda-feira, maio 25, 2015

Interpretações de Lost





Há cinco anos, era exibido o último episódio da série.


Produzida pela rede de televisão ABC, dos Estados Unidos, a série Lost conta a história dos sobreviventes de uma queda de avião em uma ilha tropical. O voo 815 da Oceanic Airlines, que viajava da cidade de Sydney, na Austrália, para Los Angeles não concluiu sua trajetória, deixando uma série de sobreviventes ilhados sem qualquer contato com o resto do mundo, tendo que sobreviver com recursos naturais, enterrar os mortos e refletir sobre as possibilidades de futuro e de resgate. Mesmo cinco anos após o fim da série, ela serve como plano de fundo para muitas discussões e novos espectadores.


A série utiliza de elementos cinematográficos como o flashback (volta ao passado) para contar a história dos personagens antes do voo, e cria inúmeras interligações entre passado e presente, o que acaba montando um quebra-cabeça na mente de quem assiste. Além disso, vários mistérios sondam a ilha, criando tramas complexas e curiosas, cheias de referências à arte, religião, política, filosofia e ciências. A série emplacou em 2005 o prêmio Emmy de melhor série de drama para televisão, e no ano seguinte, o Globo de Ouro na mesma categoria.



Inovação

“O legal de assistir Lost é o frisson mental de poder acompanhar todas essas tramas que criam uma grande incógnita na cabeça, fazendo com que as pessoas queiram assistir mais. A edição causa todo um clima”, afirma Naira Pacheco, de 37 anos, que afirma que tinha surtos de ansiedade para ver os capítulos da série na época que ela ainda estava em produção. “Era difícil segurar a vontade de ver quando saia um episódio semanalmente, e depois que a temporada acabava, era preciso esperar um ano. O consolo dos fãs era ficar especulando no Orkut, na época”.


A série também foi citada na lista Melhores séries de todos os tempos, da revista Empire na quinta colocação. Em resenha feita pela revista, o ponto de destaque dos críticos é a complexidade e criatividade que unidas evocam sensações novas dentro de quem assiste. “Uma estrutura inovadora que coloca cada personagem como foco central de um episódio, com flashbacks e flashforwards expandindo histórias de fundo, garante o desenvolvimento de todo o elenco além das limitações de uma narrativa principal”. A revista ainda cita o último episódio da primeira temporada, Exodus (dividido em duas partes), como sendo o melhor da série.



Expansão

Na época em que a série era exibida semanalmente em temporadas anuais, os produtores da série utilizavam uma série de plataformas midiáticas para desenvolverem a trama de uma maneira não tão dependente apenas dos episódios e da televisão. “Me lembro que a equipe de Lost criou até um site pra banda de um dos sobreviventes, lembrando-se de anunciar no site o desaparecimento desse personagem em uma queda de avião”, afirma Luiz da Luz, fã da série.


O uso do recurso virtual para espalhar precedentes sobre a serie visava criar um clima ainda mais profundo do que a simples referência a personagens em sites aparentemente reais. Foi lançado inclusive um diário de uma passageira do voo 815 que não é retratada na série, supondo que inclusive os mortos do acidente tinham uma existência real, o que muitas vezes empolgava ainda mais quem assistia.


Opiniões

Muitas passagens da série dividem opiniões entre os fãs. A participação do ator brasileiro Rodrigo Santoro na série é um dos exemplos. “A impressão que dá é de que colocaram ele lá apenas por questões empresariais. É como se fosse um filler, que não influencia na história”, comenta o estudante Ian Caetano. O final da série é outro ponto sensível de discussão entre quem assistiu. Muitos consideram o desfecho complexo e aberto demais. “Acho que o final não devia entrar tanto em questão. O que importa mesmo é toda a série, o final é mais um detalhe diante de tudo”, afirma Bruna Chamelet, que assistiu a série após o término, em um ritmo mais acelerado.



Autores: Daiana Petrof / leoncarelli

















Fonte: DM

domingo, maio 24, 2015

A misteriosa morte dos atores do filme Poltergeist





O filme é uma trilogia. Poltergeist (1982), Poltergeist II (1986), e Poltergeist III (1988).




Heather Michele O'Rourke (San Diego, 27 de dezembro de 1975 — 1 de fevereiro de 1988) foi uma atriz mirim estadunidense, conhecida pelo papel de Carol Anne Freeling na trilogia dos filmes "Poltergeist".



Biografia

Filha de Kathleen O'rourke e Michael O'rourke, Heather O'Rourke começou sua carreira aos 5 anos de idade. Fez participações em diversas séries de TV incluindo "Happy Days", e também em diversos comerciais do McDonald's, mas ficou conhecida mundialmente pelo filme "Poltergeist - O Fenômeno" onde atuou nas três sequências do filme. Heather também tinha uma irmã, Tammy O'rourke, que também era atriz.





Morte

Heather O'Rourke faleceu no Hospital Infantil de San Diego pouco depois do lançamento do terceiro filme da série Poltergeist, em 01 de Fevereiro de 1988, aos 12 anos.



Heather já sofria de problemas de saúde quando estava filmando "Poltergeist III - O Capítulo Final", que foi o último filme da série. Ela adoeceu de forma trágica alguns dias antes de morrer. Numa manhã ela estava se arrumando para ir ao hospital, mas ela caiu inconsciente. Seu padrasto então chamou os médicos e Heather foi levada para o hospital em estado grave. Ela morreu na mesa de operações às 14h33m. Os médicos não conseguiram identificar o motivo da doença a tempo de salvar a jovem garota. Somente depois de Heather estar falecida foi descoberto que a doença se tratava de um bloqueio intestinal. Uma cirurgia teria resolvido o problema e salvado a vida da promissora atriz.



A confusão fatal se deu por causa de um erro médico anterior. No início de 1987, Heather havia sido diagnosticada equivocadamente como sendo vítima da Doença de Crohn e esteve, assim, recebendo tratamento por cerca de um ano para controlar uma doença crônica e incurável que, na realidade, ela nunca teve. A autópsia viria a revelar que a causa da obstrução que lhe tirou a vida era uma estenose congênita, algo que seria extremamente mais simples de se tratar e curar se comparado à Doença de Crohn,que costuma perdurar por toda a vida do paciente. A cirurgia de emergência, que buscava amenizar as consequências de uma doença que nunca existiu em Heather, foi feita sob o impacto da obstrução intestinal, o que acabou por provocar-lhe um Choque séptico fatal.



Dominique Dunne

Dominique Dunne (Santa Monica, Califórnia, 23 de novembro de 1959 – Los Angeles, Califórnia, 4 de novembro de 1982) foi uma atriz estadunidense famosa pelo filme "Poltergeist - O Fenômeno". Foi substiuída pela atriz Meg Tilly.


A atriz faleceu aos 22 anos, 19 dias antes de completar 23 anos de idade, no Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles, devido a um coma por cinco dias após ter sido estrangulada por seu ex-namorado, John Thomas Sweeney, insatisfeito com o fim do namoro.



Carreira

Artista do cinema norte-americano que interpretou a jovem Dana, uma das filhas de um casal da Califórnia que é perseguida por almas do outro mundo no filme "Poltergeist - O Fenômeno", em 1982.

Dunne participou também de Reflexo do Desamor (The Day the Loving Stopped), em 1981.

Morte

A atriz, que nunca tivera namorados antes, apaixonou-se por John Thomas Sweeney, um ajudante de cozinha que trabalhava no Ma Maison, um dos melhores restaurantes de West Hollywood. Dominique levou-o a Nova York para conhecer seus pais e na ocasião ele revelou seu temperamento explosivo num acesso de ciúmes, mostrando-se possessivo e tentando afastá-la de seus amigos.

Com o sucesso no cinema, a carreira da atriz havia deslanchado e ela recebeu uma proposta para atuar num seriado de TV ao lado de Tom Selleck, entretanto o namorado não gostou. Em 26 de agosto de 1982, durante uma briga, ele bateu a cabeça da atriz contra o chão e ela fugiu para a casa da mãe.

Exatamente um mês depois, em 26 de setembro, ela foi novamente agredida e pôde até dispensar a maquiagem para fazer uma adolescente espancada num episódio de Hill Street Blues. Depois desse segundo ataque, Dominique percebeu a insanidade do namorado e começou a se esconder, mas ele conseguiu um contato pelo telefone.

Ela, então, declarou-lhe que havia decidido pela separação definitiva, o que John não aceitou. O rapaz invadiu sua casa e estrangulou-a, deixando a atriz em coma durante alguns dias, e falecendo posteriormente.

John permaneceu na prisão durante apenas três anos, para desconsolo da família e dos amigos de Dominique.

 



Will Sampson (53 anos) - morreu em 3 junho 1987 em um hospital de Houston após ter recebido um transplante de coração 6 semanas mais cedo. A causa de sua morte foi atribuída à infecção pós-operatória.


Julian Beck (60 anos) - morreu do câncer do estômago em 14 setembro 1985 no hospital de Sinai da montagem em New York. Ele obteve dispensa por um período entre o primeiro e o segundo filme. Sua morte não era inesperada pois já estava com câncer há 18 meses.










Veja nos cinemas a versão 2015 do filme Poltergeist!